segunda-feira, 16 de maio de 2011

Há espaço para profissionais superqualificados nas empresas brasileiras?



O aumento do número de faculdades e cursos de qualificação no Brasil criou um cenário onde ter graduação e ser competente não é mais suficiente para o mercado. A fim de resolver esse problema, muitos profissionais partem em busca de especializações, MBAs, mestrados, aperfeiçoamentos, cursos no exterior e geram um fenômeno conhecido como os superqualificados.

Mas o mercado brasileiro ainda não tem condição de absorver essa mão de obra excelente, segmentada e mais cara. Não há espaço para todos esses profissionais em um país pouco desenvolvido como o nosso, o que gera um grande dilema: continuar os estudos e se aperfeiçoar ainda mais a fim de conseguir reconhecimento e contratação com salários e benefícios condizentes com seu nível de experiência e escolaridade ou aceitar trabalhar por salários e em funções inferiores ao merecido para não ficarem fora do mercado de trabalho por muito tempo?

As duas opções são válidas. A primeira demonstra a vontade de o profissional se destacar mais ainda dos demais e se tornar único, indispensável e disputado pelas empresas. Mas traz o perigo de o mesmo se tornar um expert apenas teórico, sem vivência do dia-a-dia e das dificuldades práticas do trabalho.
A segunda opção, por subestimar suas capacidades, pode desestimular o profissional. Ou fazer o contrário: torná-lo mais motivado a mostrar na prática todo o seu potencial e os benefícios que sua educação agrega para a organização. Dessa forma, ele pode conseguir não só uma promoção com aumento de salário, mas um subsídio da empresa para continuar seus estudos, oque seria uma ótima estratégia para ambos.

Posição das empresas
Não é qualquer empresa que contrata esses profissionais superqualificados para o se quadro de funcionários. Somente aquelas que têm visão estratégica é que o fazem. Alguns recrutadores sentem insegurança em aceitar tais pessoas, pois temem que elas mudem de emprego assim que surgir uma oportunidade melhor no mercado. Às vezes, diretores responsáveis pela contratação se sentem ameaçados por esse profissional e temem até pela sua própria posição dentro da empresa por entender que o candidato é melhor qualificado do que ele.

Isso acontece muito e acarreta enormes prejuízos intelectuais e financeiros para a empresa que perde a oportunidade de ter um profissional de ponta que contribuiria para a evolução e crescimento da mesma no mercado, além de servir como estímulo e ensinar aos demais funcionários, gerando motivação ao crescimento profissional e individual dos colegas de trabalho.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Comunicação como instrumento de redução de custos


A comunicação é vista até hoje por grande parte dos empresários como um gasto, uma despesa a mais para a empresa. Contudo, a comunicação organizacional pode – se bem planejada e executada – melhorar e muito a produtividade, diminuir custos, aumentar o prestígio da empresa interna e externamente, além de alinhar mensagens de comando a fim de unificar a marcha dos departamentos rumo aos objetivos traçados pela organização.

Antes de ser um gasto, o profissional da comunicação é uma ferramenta estratégica de suma importância para as organizações. É através de sua habilidade monitoramento da reputação da empresa, do mercado e da concorrência que a companhia obtém informações e ideias importantes que geram vantagem competitiva ante os demais do ramo e consequentemente, quando bem administrada, gera maior lucro líquido.

A boa gestão da comunicação organizacional diminui ou elimina os ruídos entre os processos internos, contribui para o planejamento estratégico da empresa, gerencia o conhecimento e a inovação desenvolvidos internamente. A Comunicação também contribui auxiliando os demais funcionários a lidarem corretamente com os clientes através da criação de estratégias de atendimento que contemplem as dúvidas, opiniões e sugestões dos clientes.

Um ótimo gestor de comunicação é, sem sombra de dúvidas, um dos ativos intangíveis da empresa. Eles são capazes de desenvolver soluções em tempo hábil para problemas advindos do SAC, analisar dados do CRM e criar novas estratégias, contribuir para a solução e até criação de novos produtos baseados nas críticas e sugestões dos clientes através das análises de dados e da reputação da empresa nas redes sociais e demais canais de atendimento.

Possuir um comunicólogo perspicaz, criativo, atento, ágil e versátil no quadro de talentos da organização faz muita diferença na diretoria da empresa. Eles são figuras agregadoras, que reforçam mensagens e, por isso, são fundamentais para a diminuição de custos e aumento no nível dos bons resultados em todos os campos estratégicos da empresa. 

quarta-feira, 6 de abril de 2011

A IMPORTÂNCIA DO TWITTER COMO FERRAMENTA DE NEGÓCIOS


A utilização do Twitter como ferramenta empresarial de aproximação com os mercados consumidores vem sendo usada como estratégia por várias empresas. Mas até que ponto essa proximidade é benéfica para as organizações? Não seria o Twitter uma forma de invasão da privacidade do cliente? Ou talvez mais uma opção de vigilância, por parte dos consumidores e da concorrência, das ações – positivas e negativas – das empresas das quais é cliente? Como a utilização do Twitter pode fomentar o crescimento das organizações? E como ele aumenta a visibilidade delas? Enfim, o Twitter é uma boa ferramenta estratégica? 

Esse tema surgiu da necessidade de demonstrar a utilidade estratégica do Twitter nas organizações privadas. O microblog Twitter, que é também uma rede social, vem se tornando uma ferramenta de interação das organizações com seus públicos, aproximando os dois. O assunto é relevante devido à novidade do uso do Twitter como ferramenta empresarial estratégica e as inúmeras vantagens comerciais que ela pode agregar para as organizações. 

Escrevi um artigo científico sobre esse tema. Tanto o artigo quanto a pesquisa que desenvolvi serão disponibilizados depois. Mas por enquanto gostaria de saber a opinião de vocês sobre o tema.

O artigo pretende apontar as vantagens financeiras para as empresas que investirem em redes sociais como ferramenta empresarial de pesquisa das necessidades de seus clientes. E também como os conhecimentos adquiridos através do Twitter serão úteis no desenvolvimento de novos produtos e serviços.
 

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Profissionais

Christina Ferreira

Jornalista, especialista em gestão estratégica da comunicação organizacional e gestão empresarial. Tem bastante experiência na área de gerenciamento comunicacional e também como repórter, assessora de comunicação e imprensa, e como analista de redes sociais. Possui prática na gestão de pessoas, na produção de jornais, revistas e conteúdo para sites.